Óleo
A dupla da Williams para 2017.
Nos uniformes continua o nome da Petrobras.
A escuderia de Frank já abriu tratativas para prolongar a parceria com a estatal
brasileira.
Pelo menos por mais três temporadas.
A ação se faz urgente.
Pois a ameça da Petronas deixar a categoria máxima do automobilismo é real.
O baixo preço do petróleo vem complicando a economia de muita gente.
A própria Mercedes acendeu o sinal de alerta.
E é fácil entender a razão.
O desenvolvimento da melhor unidade de força da Fórmula 1 foi feita numa
estreita parceria com a Petronas.
Pensar em alterar essa operação está causando muito desconforto em Brackley.
Já em Grove, a Williams deseja que a Petrobras forneça seu combustível.
(e também aumente consideravelmente sua cota de patrocínio)
Principalmente para ter um pouco mais de independência no futuro.
Enquanto isso, outras peças vão alterando suas posições no tabuleiro.
A Exxon Mobil está se movendo para a Red Bull e a British Petroleum se
aproxima da Honda.
Total segue com a Renault.
Bernie Ecclestone, em silêncio, vai trazendo a poderosa Gazprom para o circo.
A se confirmar esse cenário, poderemos ver um Felipe Nasr ganhando força na
Williams em 2018 (no lugar de Valtteri Bottas) e a chegada de um piloto russo
em uma outra escuderia.
Estaremos atentos.
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