Clay Regazzoni

Clay Regazzoni



































Ele pilotou em diversas categorias.

Como era comum na sua época.

Assim é preciso destacar que Clay Regazzoni teve uma passagem vitoriosa pelo
Endurance.

Piloto de Enzo Ferrari, venceu nos 500 km de Ímola, nas 9 horas de Kyalami
e nos 1000 km de Monza.

Que fique claro.

Não estamos falando de um talento.

Clay era limitado.

Vivia um dia de cada vez.

E vencia pelo esforço.

A força (às vezes) vinha em demasia.

Por isso aconteciam acidentes.

Sua oportunidade na Fórmula 1 veio em 1970.

A Suderia Italiana queria experimentar novos valores.

Regazzoni venceu a batalha contra o italiano Ignazio Giunti.

Na mesma temporada viria um feito.

A vitória em Monza.

Impressionante.

Naquele mesmo final de semana da morte de Jochen Rindt.

Em 1974, após um ano na BRM, ele retornou à Ferrari.

Por pouco não chegou ao título.

Na batalha com Emerson Fittipaldi tudo conspirou a favor do brasileiro.

Já em 1977 ele se mudou para a Ensign.

Havia também um convite da Brabham.

Mas Clay não gostava do que via quando olhava nos olhos de Bernie Ecclestone.

Participou das 500 milhas de Indianápolis, foi para Shadow e depois se mudou
para a Williams.

Na equipe de Frank, já em 1979, encontrou a vitória novamente em Silverstone.

A primeira da história do time.

De volta à Ensign, no ano seguinte, sofreu o terrível acidente em Long Beach.

"Não achei o freio..."

Mesmo sem o movimento das pernas ainda participou do Rally Dakar, da Indy
e de provas de Endurance.

Um guerreiro.

Forte mesmo na adversidade.

Realista, nunca sonhou com títulos.

Mesmo quando esteve perto.

Diferente de outros obcecados como seu ex-companheiro Niki Lauda.

Para Clay bastava a ele estar na pista.

Sua felicidade era essa.

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