Menos Manor
Retratos das pequenas.
Lucas di Grassi com a Virgin e Daniel Ricciardo com a HRT.
As menores possuem um papel importante na Fórmula 1.
Pelo menos eu penso assim.
Podem ser espaços para ideias inovadoras.
E portas de entrada para jovens pilotos poderem amadurecer seus talentos.
Outra vez temos uma escuderia menor em apuros.
A Manor está perto do fim.
Tipo assim, só um milagre salva.
Stephen Fitzpatrick (dono da equipe) já entregou a administração para
a FRP Advisory.
Uma empresa que presta serviços de reestruturação e insolvência e é
reconhecida como uma das maiores especialistas do Reino Unido na
área de recuperação empresarial.
Fitzpatrick afirmou que o destino da Manor foi selado no Brasil.
Os pontos conquistados por Felipe Nasr para a Sauber impediram que
Fitzpatrick continuasse a negociar a venda de sua escuderia.
A classificação final na décima posição era parte do acordo.
Fontes afirmam que alguns dos duzentos funcionários já buscam emprego
em outros lugares.
Apesar de já ter realizado o crash test da FIA, a Manor não teria condições de
participar dos testes de Barcelona e muito menos da abertura do campeonato
na Austrália.
O dinheiro acabou.
Uma pena.
Pois mesmo com os problemas, andando sempre atrás e as limitações, a maioria
dos pilotos que estão fora da Fórmula 1 daria um olho para estar ali.
Pode ter certeza.
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