Barcelona Testes (7)

Barcelona Testes (7)























Mais um dia de testes na Espanha.

Vettel comandou.

Fez o melhor tempo, maior número de voltas individuais e uma simulação bem
forte de corrida.

Mostrou que a Ferrari está muito bem.

E escondeu todo potencial da macchina rossa tirando sempre o pé na parte
final dos giros mais velozes.

Sebastian não andou com pouca gasolina .

Tanto que ao parar no box, após suas voltas rápidas, apenas trocou seus pneus
e seguiu em frente.

Cravou sua melhor passagem em 1.19.024 (UltraMacio).

Alguns calcularam que poderia ter chegado facilmente a 1.18.600.

Os novos carros não se destacam pela velocidade final.

O downforce e os novos pneus permitem que todas as curvas sejam feitas sem
deixar de acelerar.

É isso que traz o ganho final.

A Mercedes acha que ainda está 0.5 segundos a frente da Scuderia Italiana.

Christian Horner (da Red Bull) acha que a vantagem não passa de 0.3 segundos.

Já a Autosport não hesita em afirmar que o melhor bólido é vermelho.

As divergências mostram que as coisas estão perto.

Tomara!

Ricciardo fez simulação de corrida também.

Mas o motor Tag Heuer (Renault) estava abaixo das expectativas.

Mas foi melhor que o time de fábrica.

A Renault teve que trocar a unidade do carro de Palmer e cancelou a ida de
Hulkenberg pra pista após o almoço.

A Williams realizou duas maratonas com Stroll e Massa.

Chegaram a fazer juntos 165 voltas.

A Toro Rosso não foi nada mal no relógio, entretanto andou pouco.

A Haas vem impressionando pela aerodinâmica.

Não há notícias boas na Honda.

Até Vandoorne apresenta uma fisionomia triste.

O ambiente não deve estar legal.

Os japoneses falam num motor para sobreviver (sem quebras) na Austrália e um
competitivo apenas quando a Fórmula 1 retornar para a Europa.

Tenso.

Por causa do peso do carro, a Force India quer que seus pilotos percam (cada um)
dois quilos.

Falando nisso Niki Lauda disse que Valtteri Bottas tem sido dois décimos mais lento
que Lewis Hamilton.

Olhando tudo esses detalhes, lembrei de uma passagem.

Em certo momento do ano passado, Rosberg percebeu que teria dificuldades na
etapa seguinte do campeonato.

O tempo alcançado no simulador da Mercedes não era o ideal para derrotar seu
companheiro.

O campeão do mundo trabalhou com seu engenheiro até chegar a solução.

Seu carro precisaria estar mais leve.

Nico resolveu então alterar toda sua rotina de exercícios nos dias que antecediam
a prova.

Com auxílio de sua equipe de preparação, perdeu massa muscular.

Por consequência, peso.

No sábado fez a pole.

E no domingo venceu.








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