Clipping

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Um post da conta oficial da McLaren.

A perfeição envolve a Mercedes.

Honda x McLaren x Mercedes

A notícia que o time de Woking negocia com os alemães está varrendo toda
imprensa especializada.

Ao mesmo tempo se fala na renovação de Fernando Alonso.

Mika Hakkinen acaba de assumir o cargo de Embaixador de Parcerias.

O finlandês que pilotou pela McLaren sendo empurrado pela Mercedes.

E também tendo seus salários pagos (na época) pela estrela de prata.

Um retorno?

Zak Brown (McLaren) sondou a possibilidade com a Mercedes.

Para 2018.

E Toto Wolff não fez oposição.

Parece haver uma urgência em começar o reinado (após a era Ron Dennis)
com números positivos na pista.

E a Honda não parece oferecer nada de bom.

Pelo menos no curto prazo.

Mas lembro que a Fórmula 1 é continuidade.

Gosto de dizer que a secretária de Briatore continua em Enstone.

Isso depois de Benetton, Renault, Lotus e Renault novamente.

Nenhuma mente sensata espera que a parceria entre os japoneses e a
McLaren possibilite títulos antes de 2019.

Contra.

Além das falhas, o bólido laranja nasceu nervoso.

O olhar apurado de De la Rosa revelou Ferdi brigando para domar a
máquina.

Dificuldade com os novos pneus Pirelli.

Tudo errado.

Difícil.

A tentação por um caminho mais suave é grande demais.

A troca de unidades de força mostraria que Zak Brown irá alterar toda
a estratégia para o futuro.

Por outro lado a Honda diz estar 100% comprometida com a McLaren.

A ideia de retomar a parceria com a marca japonesa começou com
Whitmarsh ainda em 2011.

Um tempo de turbulência.

Já que Ron Dennis trabalhava em outra frente.

Construir o próprio motor (estilo TAG-Porsche).

Em pouco tempo a McLaren perderia sua estrela, Lewis Hamilton, e ainda
sua maior patrocinadora, a Vodafone, que entregava 70 milhões de euros
por ano.

Garantir o futuro era essencial.

A Honda tirou a McLaren da posição prostrada de cliente (Mercedes) e
ainda injetou 100 milhões de euros anuais.

Foi incrível o ressurgimento dessa parceria.

Desde a Ford com a Stewart (20 anos atrás), não vemos uma fábrica construir
algo nesses moldes com uma escuderia.

Com desenvolvimento contínuo e comprometido.

Numa integração entre as partes com muita tecnologia envolvida.

Algumas perguntas precisam ser respondidas.

A Sauber possui um contrato assinado com a Honda para 2018, e aí?

A Mercedes tem um excelente motor, mas suas clientes não ameaçam sua
superioridade.

Ou alguém aqui sonha que Force India ou Williams irá derrotá-los?

A estrela de prata oferece um caminho mais largo e perfumado do que a Honda.

E até a possibilidade de chegar em segundo lugar.

Entretanto é só isso.

Para quem tem Alonso e uma história tão brilhante, acho pouco, não?

Endurance

Jean-Eric Vergne se juntou a Manor para disputar o WEC nesta atual
temporada.

Inclusive as 24 horas de Le Mans.

Mágoa

Niki Lauda ainda não digeriu a saída de Nico Rosberg.

Chegou

Paddy Lowe (Mercedes) finalmente se juntou as fileiras da Williams.

Pela porta da frente.

Como diretor técnico e com participação acionária na Casa de Grove.

Vale mencionar que pouco mais de duas décadas atrás, Adrian Newey fez
uma proposta semelhante.

Permanecer, mas sendo dono de parte minoritária da Williams.

Frank disse não.

E assim Newey foi embora em busca de novas aventuras com quatro campeonatos
e dezenas de vitórias na bagagem.

Lowe chega trazendo muitas esperanças.

Um sujeito que (diferente de Newey) nunca idealizou um projeto do zero até o topo.

Sempre pegou o bonde andando.

Vamos ver.

Recado

"Quero ir bem em 2017 para conquistar uma grande equipe."

Carlos Sainz Jr.

Sem Açúcar

Aeroporto de Barcelona.

Café.

Para ouvidos atentos, um engenheiro da Mercedes confessa.

"Os cálculos mostram que precisamos correr para alcançar a Ferrari."






















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