Cofre

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Temporada de 1987.

Isso.

Três décadas atrás.

Quando Bernie Ecclestone ainda empurrava correndo a cadeira de rodas
de Frank Williams pelo paddock.

Velhos colegas.

Quero falar do grid.

Ao todo, 16 equipes participaram do campeonato daquele ano.

Uma curiosidade.

Apenas três delas não conseguiram pontuar nas dezesseis etapas.

Sendo que só receberam pontos os pilotos que terminaram entre os seis 
primeiros.

Havia mais chances?

Pode ser.

Voltando para o presente, o avanço da tecnologia diminui o acaso.

A diferença de recursos também elimina qualquer ameaça de mudança na
pirâmide social.

E assusta os aventureiros que queiram entrar na categoria.

Quanto recebe cada uma das escuderias?

Abaixo.

Na Coluna 1 aparece os ganhos de cada equipe de acordo com a classificação
em duas das últimas três temporadas.

Como a Haas só participou de uma, não recebe esse benefício.

Caso a Manor continuasse, o valor seria reduzido pois haveria mais uma para
dividir o bolo.

A Coluna 2 mostra os ganhos de acordo com a classificação na temporada
anterior (2016).

Depois temos uma soma simples (Col 1+2).

Por ser a escuderia mais antiga da Fórmula 1, a Ferrari recebe um bônus (LST).

Outro acordo garante extras para Mercedes, Ferrari, Red Bull, McLaren (CCB).

Na Coluna Other, achamos prêmios para a Williams (por herança) e para a
dupla Mercedes e Red Bull pelos campeonatos conquistados.

Assim temos o total de quanto cada time receberá nesta temporada.

(valores em milhões de dólares)

Como tudo na categoria máxima do automobilismo não acontece por acaso,
o vazamento das cifras e a forma da divisão foi exposto por uma razão.

Provavelmente as pequenas equipes (Sauber e Force India) queriam fazer um
protesto.

Está claro.

A diferença é grande demais entre Ferrari, Mercedes e Red Bull para o resto.

Tem que ver isso aí, não?














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