Baku - 2017
Não vou colocar imagem de gente bebendo alguma coisa em sapato.
Esclarecido.
Vamos para a corrida.
Aconteceu tanta coisa que as pessoas até se esqueceram do vencedor.
Daniel Ricciardo teve o benefício das circunstâncias.
Mas isso faz parte.
Não diminui em nada o mérito do piloto ou da sua equipe.
E olhando de forma mais atenta, descobrimos que o australiano fez sua jornada
calçando sempre pneus novíssimos.
Diferente dos três que chegaram logo atrás dele.
Vantagem.
Me incomodou a posição de Valtteri Bottas.
Ao ser concedido que o finlandês da Mercedes, que estava uma volta atrás,
descontasse essa desvantagem durante o safety-car, ele renasceu.
O cara guia pela Mercedes.
Se pensarmos bem, foi bem injusto com todos que foram ultrapassados por ele.
Acrescente um minuto e quarenta segundos ao seu tempo.
O pobre do Ericsson que chegou em décimo primeiro deve ter feito a conta.
Outro que se deu bem foi Lance Stroll.
Um final de semana limpo que lhe rendeu o terceiro lugar
Por menos de duas semanas ele não se tornou o piloto mais jovem a subir no
pódio da Fórmula 1.
(marca de Verstappen)
Não pense que foi por acaso.
Ao terminar o GP do Canadá, a Williams fez uma preparação intensa com
o rapaz em Austin.
Foram três dias com um bólido de 2014.
Tudo para ajudá-lo na comunicação com seus engenheiros, entender como
achar um melhor aquecimento de pneus e dados que colaborem no setup.
Mais.
No início da semana passada ele foi visto em Bruntingthorpe com Rob Wilson.
Um dos melhores preparadores de pilotos da Fórmula 1.
Se você não sabe, Raikkonen, Coulthard, Bottas e Montoya passaram na
sua unha desse neozelandês.
Felipe Massa também tem culpa.
Sua experiência no acerto do carro também tem servido ao canadense.
Há dedicação e trabalho.
Os frutos não apareceram por mágica.
Chegamos!
Vettel e Hamilton.
Aqui a troço pegou fogo.
"Eles são guerreiros.
Eles estão em guerra.
Eles estão lutando pelas vitórias e pelo campeonato.
Em um certo estágio, os melhores que competem pelo campeonato mundial
nesta fase de suas carreiras não podem ser amigos.
Talvez já tenhamos visto o limite hoje."
As palavras são de Toto Wolff.
Em Montreal, durante os treinos livres, eles se encontraram na pista.
Lewis fez questão de fazer testes de freios enquanto que Sebastian tentava
realizar sua simulação de corrida.
Nas entrevistas o inglês não disfarçou que foi intencional.
Provocações.
Mesmo com os dados a favor de Hamilton, Helmut Marko viu ali um desafio
de Hamilton.
OK.
Nada justifica.
Vettel foi punido.
Segue o jogo.
Os problemas hidráulicos apresentados por Gina, obrigaram a Ferrari colocar
o motor de combustão interna (ICE) que já havia sido descartado depois de
Barcelona.
Diferente do novo, sem desenvolvimento.
O que custou pelo menos três décimos ao líder do campeonato.
Será diferente na próxima etapa.
Entretanto há muito para ser feito na parte aerodinâmica em pistas velozes.
Mesmo com a confusão entre seus colaboradores, a Force India chegou em
sexto com Esteban Ocon.
Kevin Magnussen trouxe sua Haas em seguida.
Ele é bom piloto.
Carlos Sainz Jr. se recuperou e colocou a Toro Rosso em oitavo.
Fernando Alonso e Pascal Wehrlein fecharam a turma que pontuou.
Primeiros pontos da McLaren.
Baku foi agitado e divertido!
Oito etapas.
Quatro vencedores diferentes.
Por fim.
Os números.
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