O Trabalho para o Retorno de Kubica

O Trabalho para o Retorno de Kubica


















































A peça essencial do quebra-cabeça se revelou hoje.

Não é a última.

Mas é aquela que permite dizer qual é a figura que estamos montando.

A Renault está por trás de todos os testes de Robert Kubica realizados
até aqui.

Apesar dos mesmos experimentos levarem o adjetivo de privado.

O objetivo é descobrir se o piloto será capaz de um retorno para a 
categoria máxima do automobilismo.

Na primeira etapa realizada no circuito italiano de Franciacorta, Kubica
conduziu um carro da GP3.

A pista não foi escolhida ao acaso.

Com curvas no estilo grampo, o polonês teve sua mobilidade examinada.

Visando assim descobrir se a articulação do seu braço atingido pelo acidente
o atrapalharia de alguma forma.

Aprovado, Kubica seguiu para Donigton e Monza.

Nas duas pistas ele provou, respectivamente, um Fórmula E e um bólido
da LMP2.

Este segundo da equipe SMP Racing, time no qual o russo Sergey Sirotkin
defenderá nas 24 Horas de Le Mans em 2017.

Sirotkin que é terceiro piloto da Renault na Fórmula 1.

Pois bem.

Em Valência, Kubica andou com uma Lotus F1 de 2012 pintada com
o amarelo do time de Viry-Chatillon e Enstone.

Foram 115 giros.

Pouco mais de 450 km.

Mais do que os necessários 300 km exigidos pela regras para que a FIA 
possa atribuir uma super licença através dos votos de seus membros.

Kubica ainda fez várias simulações.

Corrida, qualifying e partida.

Seus tempos foram melhores dos que o de Sirotkin.

(que também estava no autódromo espanhol)

Podemos afirmar que, continuando os testes nos atuais carros híbridos
e com o piloto atendendo os quesitos propostos, Robert estará de volta
à Fórmula 1 em breve pela Renault.

Uma verdadeira batalha!

Mas que poderia ter um final incrível, não?


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