Clipping

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C'est la vie.

DTM, WEC, WTCC...

Não importa muito a sigla.

São menores.

Auf Wiedersehen

A Mercedes anunciou de forma abrupta que deixará a tradicional categoria
de carros de turismo da Alemanha e moverá suas forças para a Fórmula E.

Depois do acontecido, faz sentido.

A noviça categoria elétrica ainda oferece menos visibilidade que a Deutsche
Tourenwagen Masters.

Mas demonstra capacidade de crescimento por desejar atingir todo o planeta
com seu calendário.

Invadindo as ruas das cidades.

E ainda permite o ganho de mais uma plataforma para preparação de pilotos
numa categoria de monoposto.

Lembre-se que Pascal Wehrlein e Esteban Ocon tiveram passagem pela DTM.

Nos próximos anos os meninos cuidados pela Estrela de Prata deverão estagiar
nos elétricos.

Detalhe.

A mudança está sendo feita de forma cuidadosa.

Pois o plano da marca alemã é dominar tanto a F1 quanto a Fórmula E.

Olhando os pilotos da marca que competem na DTM, somente os austríaco
Lucas Auer possui possibilidade de ascensão hoje.

Auer estará nos testes de Hungaroring da Fórmula 1 pilotando uma Force India.

Repare que BWT (que pinta os carros de rosa) já sabendo de toda a movimentação
(Mercedes - DTM) se antecipou e fechou acordo de patrocínio com o time de Vijay
Mallya (Force India).

Garantindo assim sua presença num time ligado a Mercedes na F1.

Para fechar, o nome de Nico Rosberg foi citado como sendo ligado nessa tomada.

Será?

Senta e Toma um Café

A Honda diz duas coisas.

Que fica com a McLaren em 2018.

E que ainda conversa com a Sauber.

A Vaga na Williams

Foi interessante ouvir de Jenson Button que ele possui proposta da Williams.

Outro dia falei de Alonso.

Claire parece buscar uma estrela para atrair patrocinadores.

Em suas palavras.

"Qualquer motorista que fizer o mesmo que Felipe (Massa), estará apto
a tomar o cockpit no próximo ano."

Assim nada certo para 2018.

Filho Pródigo

Falando nisso, Valtteri Bottas precisa confirmar seu posto na Mercedes.

Pelo que eu entendi, não há volta para Grove.

Teste

Mais uma da Williams.

Luca Ghiotto foi escalado ao lado de Felipe Massa nos testes da Hungria.

Italiano e piloto da F2.

Registros.

Ghiotto disputou de forma ferrenha o título da GP3 com Esteban Ocon
em 2015.

E por pouco não teve uma chance com a Red Bull depois disso.

(Helmut Marko, por vezes, é severo demais)

Futuquei a história e não achei nada demais.

Porém eu sei que tem coisa aí.

Ninguém consegue um teste do nada sem mais nem menos.

Conta

"Não entendo como temos (F1) apenas 5 patrocinadores e a Nascar possui 43."

Chase Carey.

Conta 2

A UPS renovou seu acordo com a Ferrari.

A Philip Morris continua sendo o maior apoiador.

Se você não sabe, a dona da marca Marlboro ainda tem contrato até 2019
com a Scuderia Italiana.

Hungria

Sem pânico.

Nós ainda temos algo.

A tendência é vermos Ferrari e Mercedes mais próximas.

Por conta das características do autódromo.

Que é bem diferente de Silverstone.

Mais.

Como a potência do motor não deverá ser o fator determinante, e nessa
altura do campeonato, todos esperam que Red Bull e McLaren apresentem
uma performance melhor do que nas praças anteriores devido ao fator
aerodinâmico.

O crescimento das Flechas de Prata é evidente.

Trouxe sucessivas melhorias no peso, aerodinâmica e mecânica em Barcelona
e Montreal.

Outro fator que fez diferença contra a Ferrari, depois da Áustria, é o questionamento
na FIA sobre o fundo do carro, que acabou tendo que ser alterado com uma pequena
vedação que deixou Gina mais instável.

Achar o setup ficou difícil e trabalhar no limite dificulta o trato dos pneus.

Mostrar que acharam o caminho novamente é essencial para os italianos.

O Holandês Voador

A movimentação do mercado deve obrigar a Red Bull a rever seus planos
com Max Verstappen.

Sim.

Há um contrato sem brechas até 2019.

Entretanto ele precisa receber tratamento de estrela para continuar.

E isso significa novos valores.

Já aconteceu algo parecido no passado na mesma casa do energético
quando Vettel começou a colecionar vitórias.

E títulos.

Os novos vencimentos de Verstappen não devem chegar ainda aos
30 ou 40 milhões de euros anuais dos campeões.

Algo em torno de 20 milhões de euros a partir do ano que vem, com
uma renovação para mais três temporadas deve fechar o acordo.

Assim o holandês estaria com 100 milhões de euros na conta ao final
do novo ciclo (2022).

Nada mal.




















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