Bélgica - 2017

Bélgica - 2017

























Foi uma vitória maiúscula de Lewis Hamilton.

Dura.

Surpreendente pela maneira.

Pois Spa-Francorchamps era uma pista que teoricamente deveria confirmar
o favorecimento ao carro da Mercedes.

Não foi assim.

Do início.

Desde os testes na Hungria, Ferrari e Red Bull apresentaram mais inovações em
seus bólidos do que as Flechas de Prata.

Mesmo assim a Mercedes chegou na Bélgica com um novo motor.

O quarto da temporada.

Porém sem apresentar uma diferença muito grande em relação ao anterior.

Poucos cavalos a mais.

Nos treinos livres a Scuderia Italiana e o time dos energéticos experimentaram
configurações diferentes com cada um de seus pilotos.

Sendo que a Ferrari guardou algumas novidades testadas em Hungaroring que
não vieram na mala.

A Mercedes conseguiu uma melhor acerto no composto mais duro do final
de semana.

Já a Ferrari se entendeu com os três tipos de borracha fornecidos pela Pirelli.

Isso revelou que a distância estabelecida em Silverstone havia caído.

Mais equilibrada do que na Inglaterra, a máquina italiana mostrou-se poderosa
em ritmo de corrida.

Cenário definido.

Mercedes favorita para a pole position (graças aos poucos cavalos a mais) e
Ferrari pronta para a corrida.

Hamilton no sábado confirmou a posição.

Restava agora o que viria no dia seguinte.

Domingo.

Sebastian Vettel e Gina perseguiram Hamilton desde o início.

O alemão domava seu corcel vermelho esperando a decisão do box da Mercedes.

A Ferrari possuía ainda ultra softs novos para calçar.

Lewis sofria com seus pneus na parte final.

Principalmente com o superaquecimento.

Bolhas.

Se fosse para a parada, Vettel seguiria para a vitória.

Uma situação delicada para o piloto inglês.

Então veio a sorte.

A Force India resolveu a questão após Sergio Perez e Esteban Ocon se
acharem.

O Safety-Car caiu do céu para Lewis.

Pneus novos e seu mapeamento de motor trouxe uma potência a mais nos
momentos decisivos de ameaça.

Vitória.

Mas Toto Wolff não se excedeu.

Spa era pra ter sido um passeio.

Se Gina só perdeu no qualifying, como Hamilton poderá levantar a taça do
campeonato?

No lado da Ferrari fica a certeza de que as batalhas dos sábados precisam
ser vencidas.

O resto?

Daniel Ricciardo fez sua parte de forma bonita.

Mesmo com punição, Kimi Raikkonen foi bem.

A gente sempre espera mais de Valtteri Bottas.

Nico Hulkenberg foi o primeiro após o hiato das grandes desta temporada.

Romain Grosjean, testando a nova unidade da Ferrari, veio em seguida.

Felipe Massa apagou o desastre das preliminares e alcançou os pontos.

Esteban Ocon, que acusou Perez de tentar assassiná-lo duas vezes e depois
se desculpou pelas palavras, colocou a Force India na zona de pontuação.

Carlos Sainz Jr. fechou os que levaram pontos para casa.

Sainz não me encanta, mas cumpre bom papel.

Campeonato de Construtores embolado.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault continuam separados por poucos
pontos.

Lembramos de Max Verstappen e suas repetidas quebras.

E Fernando Alonso.

O espanhol perguntou se havia possibilidade de chuva e depois abandonou a prova.

Me pareceu humilhado por sofrer sucessivas ultrapassagens grosseiras sem a cortesia
do DRS.

Por fim.

Os números.














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