Clipping
Uns anos atrás...
Ferrari
As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.
O carro vermelho é melhor hoje.
Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.
O que significa uma margem maior para ganho de potência.
A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.
Havia dificuldade para achar o acerto ideal.
O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.
Vettel está utilizando todas as inovações.
Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.
Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.
O preferiu continuar com a suspensão tradicional.
As duas soluções funcionam.
Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.
Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.
E os problemas da Malásia?
O tipo de composto utilizado é a causa.
Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.
A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.
Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.
De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.
É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.
O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.
Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.
Perdemos juntos e vencemos juntos.
Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.
Trabalho incessante.
Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.
E colecionar vitórias.
Red Bull e Renault
Max Verstappen venceu.
O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.
Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...
Limites
Falando nisso.
Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.
No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.
Os interessados no passe do jovem estarão atentos.
Poder
A Renault quer estar entre as grandes.
Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.
A resposta para a insatisfação dos outros?
"Não estamos aqui para fazer amigos."
A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.
É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.
Cadeiras
A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.
Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.
(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)
Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.
(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)
Helmut Marko é contra.
Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.
Para não passar em branco.
Há um ruído.
Da Honda com Kubica e Toro Rosso.
O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.
Malaias
Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.
Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.
E ainda com a missão de segurar Vettel.
(obrigando o alemão a adiantar seu pit)
Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.
Na comparação com Verstappen.
Explico.
O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.
Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.
Por Fim
Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.
A China quer outra etapa.
Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.
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