Estados Unidos - 2017

Estados Unidos - 2017























Hamilton dominou todo o final de semana em Austin.

Treinos livres, qualifying e a corrida.

Somente na largada houve uma desvantagem.

Sebastian Vettel assumiu a ponta apesar dos esforços de Lewis.

O inglês diminuiu bastante o ritmo na volta de apresentação para impedir
que Gina saísse com os pneus na temperatura ideal.

Não funcionou.

A Ferrari vem trabalhando duro para melhorar suas largadas.

Sem o problema em Suzuka, Vettel também teria assumida a liderança.

Em terras americanas os dramas foram outros.

A troca do chassi e o clima impediram que Vettel fosse para a prova de domingo
com o setup ideal.

Castigando a borracha da Pirelli, Seb foi alvo fácil para Hamilton.

A Mercedes possuía mais dados para os ajustes e a pista com baixa temperatura
e lavada pela chuva proporcionou o cenário sonhado para que Lewis conduzisse
sua Flecha de Prata para a vitória.

Helmut Marko lamentou a sorte (temperatura / chuva) do time de Toto Wolff.

"Igual Singapura."

Com Gina mastigando os pneus, Vettel foi obrigado a rever sua estratégia.

Max Verstappen veio como um foguete lá de trás.

Tivesse largado em melhor posição, seria o segundo colocado.

Kimi Raikkonen tinha o carro mais equilibrado da Scuderia Italiana.

Porém diminuiu muito o ritmo no final por conta de ter que economizar combustível.

A última unidade de força apresentada pela Ferrari (quarta versão) sofre com
o consumo de gasolina.

Diferente da Mercedes que apresentou sua derradeira versão do motor na Bélgica,
os italianos sofrem com as limitações das novas regras no que diz respeito ao uso
do óleo.

(os alemães correm sob o antigo regulamento)

A solução antiga permitia que a quantidade de óleo ajudasse na combustão,
diminuindo assim as temperaturas e o consumo de combustível.

A controvérsia Verstappen x Raikkonen?

Muitos passaram dos limites no Texas.

Testemunhamos, entre outros,  Hamilton no qualifying (volta da pole) e Vettel
na primeira volta da corrida.

Pode ser um agravante para Max o fato de ter ganho a posição.

E que, sem o artifício, ele nunca passaria Kimi.

Eu vejo de forma simbólica também.

Ainda mais na terra onde o show vale mais que as regras no esporte.

(exemplos na Indy não faltam)

Verstappen precisa entender que a Fórmula 1 não é vale-tudo.

Hoje os líderes têm medo de enfrentá-lo numa disputa igualitária por conta
das suas reações imprevisíveis.

Sua fala desrespeitosa e seu entorno, que ao invés de aconselhar coloca mais
lenha na fogueira, estão criando um personagem que pode prejudicar sua carreira.

O holandês é um fenômeno.

Assombrava com seu talento os olhos mais técnicos desde o Kart.

Entretanto numa Fórmula 1 tão detalhista, não cabe a falta de controle.

O Win or Wall está morto.

O resto?

Modero as críticas.

Pois acho que Valtteri Bottas está sendo sacrificado.

Hamilton gosta.

Está melhor do que nunca sem a sombra de Nico Rosberg e com a equipe trabalhando
apenas para ele.

Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg tiveram o mesmo problema (pressão de óleo)
com o motor Renault.

Esteban Ocon não precisa provar mais nada.

Carlos Sainz Jr. teve um final de semana ideal com seu novo carro amarelo.

O jovem espanhol em uma etapa fez 75% dos pontos de Jolyon Palmer em dezesseis!

A estratégia (parada mais cedo) não permitiu que Sergio Perez fosse mais longe.

Felipe Massa fez o que podia e foi um dos mais rápidos na segunda parte da prova.

Um desditoso (na temporada) Daniil Kvyat fechou a turma que pontuou.

Marcus Ericsson, Antonio Giovinazzi, Pierre Gasly e Brendon Hartley são os únicos
pilotos que ainda não pontuaram na temporada.

Williams, Toro Rosso, Renault e Haas seguem na batalha do meio.

Por fim.

Hamilton vai selando seu título.

E promete, em suas palavras, levar miséria para as vidas de Vettel e da Ferrari nos
próximos anos.

Claro que recordaremos essa sua fala em outras oportunidades.

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