México - 2017

México - 2017
























Tudo conspirou para a vitória de Max Verstappen no México.

Sua largada espetacular corrigiu o erro cometido no qualifying.

Olhando o que seria a volta ideal, o holandês deveria ter ficado com a pole.

Errou.

Lewis Hamilton não fez seu melhor também, entretanto a Mercedes não era
páreo na briga pela primeira fila.

Sebastian Vettel foi perfeito e tirou tudo de sua Ferrari.

Disse desde o início da temporada que os intrépidos fariam a diferença.

Max não precisa ter cuidado.

Parte para cima de Hamilton e Vettel com muito menos a perder.

Cruzar a primeira volta em primeiro foi tudo.

Explico.

A configuração adotada pela Renault em suas unidades de força na altitude
da capital mexicana foi muito agressiva.

Isso causou um problema de temperatura.

Assim os pilotos que precisaram lidar com o tráfego não conseguiram resfriar
de forma adequada seus motores franceses.

Testemunhamos por isso um festival de problemas para aqueles empurrados
pela Renault.

Menos Verstappen.

De cara pro vento, conseguiu manter seu bólido competitivo.

Vencendo com larga vantagem.

A Mercedes já levantou a suspeita para que a FIA fique de olho no time dos
energéticos.

Os alemães acham que a suspensão usada por Ricciardo e Verstappen após
Hungaroring possa estar ferindo as regras.

Entenda.

Feliz 2018!

De qualquer maneira a mão de Adrian Newey se faz presente.

O novo chassi mais alongado (Hungria) e a atualização da mensuração dos
dados de simulação obtidos na fábrica que não estavam casando com o
que acontecia na pista fizeram o RB13 se entender com os pneus.

A diferença para a Mercedes (benchmark) caiu sensivelmente.

Mesmo assim, em uma situação ideal, o motor das Flechas de Prata ainda
está 3 décimos mais rápido que o Renault no modo corrida.

Voltando para a prova.

O encontro com Vettel fez Hamilton perder muito tempo.

Seu retorno para o box foi lento.

O difusor danificado, que livra o carro da turbulência causada pelos pneus,
custou décimos preciosos por volta no restante da corrida do inglês.

Vettel calçado com ultrasofts foi até onde deu.

Depois de tanto esforço ("Mamma mia!") se deparou com mais de vinte
segundos entre ele e Kimi Raikkonen.

A dupla finlandesa Valtteri Bottas e Raikkonen permaneceu toda a prova
sem possibilidade de atacar Max.

O resto?

Esteban Ocon brilhou na casa de seu companheiro.

Lance Stroll trouxe pontos preciosos para a Williams.

E o subestimado Kevin Magnussen estava num excelente dia.

Hamilton e Alonso completaram os que pontuaram.

Foi interessante ver o espanhol dificultando para Vettel e Lewis.

Diferente das vezes anteriores.

Sergio Perez ainda lidera a segunda divisão, assim como a Force India.

(continuidade é o segredo o time rosa...)

Stroll passou Felipe Massa.

Repare na diferença nas últimas sete corridas.

De Spa-Francorchamps para cá, os meninos de Frank Williams fizeram
35 pontos para a equipe de Grove.

Abrindo boa vantagem para os patinadores Toro Rosso (14), Haas (18)
e Renault (22) na briga da Terra Média.

Por fim.

Os números.








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