Um Pensamento sobre a Fórmula E

Um Pensamento sobre a Fórmula E





























Ninguém é obrigado a gostar de uma coisa.

Mesmo que ela esteja na moda.

Já vi algumas provas da Fórmula E.

Não gostei.

Achei as corridas chatas.

Me lembrando a Indy em circuitos mistos.

Carros com um design padronizado.

Artificial.

Paradas para que o piloto possa trocar seu bólido por outro.

Esquisito.

A bateria é a solução.

Mas ela não é suficiente para uma prova completa.

A coisa esquenta demais.

Por isso tantas curvas.

É lenta.

E ainda tem o Fanboost.

Para interagir com o público jovem e moderno.

Uma vantagem para os mais queridos da prova.

Para entender.

É tipo assim.

Imagine a final dos 100 metros rasos nas Olimpíadas.

O Fanboost daria um doping autorizado por corredor mais votado
no Facebook.

Uma injeção na veia.

Aí ele poderia correr mais um pouquinho.

Esse tipo de coisa vai contra todos os meus princípios.

É ótimo haver interação e aproximação com as pessoas.

Entretanto, na minha visão, confundiram as bolas.

OK.

Tenho elogios também para a categoria elétrica.

A busca por circuitos de rua é excelente.

Aí está algo que eu acredito.

Invade.

Coloca a vibração da corrida no meio da vida das pessoas.

Para as marcas é um negócio bom, bonito e barato.

Há uma exposição mundial com baixo custo.

E ainda posando de antenadas com o futuro.

Por isso tantas estão colocando seus nomes na parada.

Um show room que ajuda a vender e realizar negócios numa
plataforma chic.

Mas os elétricos não são o futuro?

Não.

Olhe mais para os híbridos.

E sobre o futuro pense em outra forma de energia.

Quando Donald Trump taxou o aço, ele usou os interesses dos países
em derrubarem a barreira a seu favor.

Negociou para obter vantagens em outros setores.

Com o Brasil não foi diferente.

Trump apontou para o Etanol.

Que deverá ser elevado em  15% na mistura do combustível americano
nas refinarias.

Renovável com tecnologia funcional.

Acho que a Fórmula E cumpre um papel.

Permite que com um baixo investimento (comparado com a F1) as
grandes montadoras tenham uma bela vitrine para suas mercadorias.

Facilitando muitas ações de merchandising.

É simpática, pode se arriscar com regras birutas e ainda contar com
ex-pilotos da categoria máxima do automobilismo.

(note o ex)

Mas não dá pra comparar a Fórmula E com a Fórmula 1.

São coisas diferentes.

Sabe Ping-Pong e Tênis?

Quando vejo as pessoas dizendo que a novata vai superar a F1,
eu não consigo enxergar como isso poderia ocorrer.

Há espaço para a Fórmula E conviver com a categoria máxima do
automobilismo.

Basta continuar seu script de motor show, feira e sem se levar muito
a sério.

Será mais feliz e se tornará longeva assim.

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